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Mostrando postagens de junho, 2023
Câncer de Intestino:
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Os cânceres de intestino costumam-se manifestar prevalentemente no cólon e reto, em uma visão geral, o câncer resulta de um acúmulo progressivo de alterações epigenéticas e genéticas resultando na transformação da mucosa. São classificados, em maioria, como esporádicos, ocorrendo em pessoas sem histórico familiar ou predisposição por especificidades genéticas, tendo influência de contextura imunológica e disbiose intestinal, além do seu desenvolvimento ser comumente associado a inúmeros fatores de risco relacionados a determinantes de saúde. Autora: Maysa
Incidência:
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O câncer de cólon e reto ocupam a terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil, podendo ser classificado como familiar ou esporádico (mais predominante). Segundo o INCA, em cada ano do triênio 2023-2025 serão diagnosticados cerca de 46 mil casos novos de câncer colorretal, correspondendo a cerca de 10% do total de tumores diagnosticados no Brasil (excluindo-se o câncer de pele não melanoma). Autora: Maysa
Fisiopatologia:
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Os cânceres de intestino são o resultado de um acúmulo progressivo de alterações epigenéticas e genéticas resultando na transformação nefasta da mucosa, eles são classificados, em maioria, como esporádicos, ocorrendo em indivíduos sem predisposição por especificidades genéticas, tendo influência de contextura imunológica e disbiose intestinal, o seu desenvolvimento é normalmente associado a inúmeros fatores de risco relacionados a determinantes de saúde desempenham um papel essencial na fisiopatologia destes. Os principais determinantes, como o tabagismo, estão ligados ao câncer colorretal proximal e ao desenvolvimento do câncer retal. Enquanto os hábitos alimentares, como o consumo aberto de gordura animal, carne vermelha e processada, baixa ingestão de fibras alimentares, grãos não refinados e vegetais promovem as principais vias inflamatórias associadas ao Câncer de Cólon. É muito complexo explicar a fisiopatologia de cânceres, e essa compreensão só foi possível devido a...
Histologia:
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O corpo humano possui dois intestinos: o intestino delgado e intestino grosso. Estes órgãos possuem características histológicas comuns, representadas pelas quatro camadas ou túnicas concêntricas em suas paredes: a mucosa, a submucosa, a muscular e a adventícia. Apesar de ambos os órgãos serem denominados “Intestino” a distinção dele se dá desde a morfologia até às atribuições Estrutura Intestino Delgado Intestino Grosso Epitélio (da mucosa) Cilíndrico simples absortivo e secretor Cilíndrico simples absortivo e secretor Glândulas intra-murais Camada mucosa e submucosa (essa última apenas no duodeno) Camada mucosa Muscular externa do órgão Músculo Liso Músculo liso (espessamento nas tênias do cólon) Outras mudanças anatômicas Vilosidades (dobras de mucosa) Plicae circularis (dobra de mucosa e submucosa) Pregas transversais do reto Apêndices epiplóicos Saculações Colunas anais Tabela: Recorte Quadro 12.1 – Características morfológicas diferenciais entre os órgãos do sistema d...
Sinais e sintomas:
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O câncer no intestino pode ser desenvolvido devido à diversos fatores como, o tabagismo, consumo em excesso de bebidas alcoólicas, alimentação ricas em gorduras e pobres em fibras, predisposição genética, idade acima de 50 anos e também a partir de doenças pré existentes que foram tratadas incorretamente, como o pólipos e doenças inflamatórias do intestino. Intestino pode desenvolver o câncer através de pólipos (crescimento de tecido), que acaba causando uma lesão benigna na parede do intestino, caso o pólipo não seja devidamente tratado, pode acabar evoluindo para um câncer no intestino. Não há sintomas prodrômicos em relação a esse câncer, os seus sintomas são inespecíficos, sendo eles os mais comuns como, cansaço, anemia, fraqueza, desconforto ou dor na região do abdômen (como gases e cólicas), sangue nas fezes, mudança do hábito intestinal, podendo ter prisão de ventre ou diarreia, sente frequentemente vontade ...
Complicações:
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O câncer de intestino nos últimos 20 anos, está sendo uma das principais causas de mortalidade no mundo, devido ao seu diagnóstico tardio, e decorrência do estado assintomático ou pelo paciente apresentar sintomas inespecíficos. O prognóstico dessa doença, está relacionado com o agravo no processo saúde doença do indivíduo, que de tal forma pode desenvolver complicações como, sangramento gastrointestinal, perfuração de cólon, anemia, fístula, obstrução intestinal, emagrecimento e intussuscepção. Autora: Naiane
Tratamento:
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O tratamento vai depender do estágio da doença e sua gravidade, tamanho e característica do tumor e qual região ele está localizado, podendo ser indicado quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e intervenção cirúrgica. Quando o câncer do intestino é descoberto nas fases iniciais da doença, e feito seu tratamento logo em seguida, ele tem cura, para assim controlar o tumor e evitar a sua metástase. A quimioterapia é feita antes da cirurgia, para controlar o desenvolvimento e sintomas do tumor e ajudar a diminuir o tamanho dele, essa terapia também é muito usada após os procedimentos cirúrgicos, pois tem como objetivo eliminar as células cancerígenas que não foram totalmente eliminadas com a cirurgia. As quimioterapias mais usadas para o câncer do intestino podem ser: No câncer avançado: é utilizado para ajudar aliviar os sintomas que são causados devido a metástase e a diminuir o tamanho do tumor; Adjuvante: feito após a cirurgia, para ajud...
Papel da Enfermagem:
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O diagnóstico da doença já acaba sendo um momento difícil na vida do paciente, neste intuito, o profissional de enfermagem precisa exercer um atendimento de qualidade, dando apoio emocional, auxílio e orientações. A maneira de transmitir a notícia do câncer, acaba fazendo toda a diferença e importância para promover um melhor enfrentamento e aceitação diante de uma doença grave, como o câncer. O papel do enfermeiro com esses pacientes, é voltado a aconselhamento, ensino, orientação ao paciente e familiar, em alguns casos, após a cirurgia da remoção do tumor, é preciso exteriorizar o cólon realizando a estomia, dependendo da disseminação da doença e do tratamento realizado, pode ser utilizado permanente ou provisório uma bolsa que irá auxiliar na evacuação das fezes, onde cabe o enfermeiro a orientação da higiene da bolsa de colostomia e alimentação adequada. Após a saída do hospital, o paciente acaba se tornando responsável pelo seu autocuidado também, sendo assim, é importante o...
Referencias:
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Fidelle M, Yonekura S, Picard M, Cogdill A, Hollebecque A, Roberti MP, Zitvogel L. Resolvendo o paradoxo do câncer de cólon por meio da integração da genética, da imunologia e da microbiota. Front Immunol. 14 de dezembro de 2020;11:600886. doi: 10.3389/fimmu.2020.600886. PMID: 33381121; PMCID: PMC7768083. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33381121/ GASHTI, Sarah Menezes et al. Câncer colorretal: principais complicações e a importância do diagnóstico precoce. Revista Eletrônica Acervo Saúde , v. 13, n. 4, p. e6888-e6888, 2021. GUIMARÃES, Rita de Cássia Ribeiro et al. Ações de enfermagem frente às reações a quimioterápicos em pacientes oncológicos. Revista de pesquisa cuidado é fundamental online , v. 7, n. 2, p. 2440-2452, 2015. H ABR-GAMA, Angelita. Câncer coloretal: a importância de sua prevenção. Arquivos de Gastroenterologia , v. 42, p. 2-3, 2005. LOBO, F. L. DA R.; GIGLIO, A. DEL; AGUIAR, P. DA C. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO CÂNCER COLORRETAL . Clinical Oncology Letters, v....